Afro Circo

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E no Canadá surge uma ideia

A história do Afro Circo começa em 1996, na cidade canadense de Montreal. José Júnior, Coordenador Executivo do AfroReggae, estava lá para participar do Seminário sobre Movimento Popular e conheceu Guy Laliberté, fundador do mundialmente famoso Cirque du Soleil.

A ideia inicial era de levar oficinas de circo para Vigário Geral, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, havia um grande interesse em desenvolver algum trabalho no Cantagalo, então as primeiras cambalhotas foram dadas na favela da Zona Sul carioca.

Levantando a Lona

Neste mesmo ano, o AfroReggae entrou na comunidade através de uma parceria com duas ONGs: o Jeunesse Du Monde (do Cirque Du Soleil) e a FASE. O projeto foi nomeado Levantando a Lona, mas depois se dividiu em duas trupes: Levantando a Lona e Afro Circo.

O primeiro espetáculo foi “Três Raças”, com o Levantando a Lona. A apresentação abordava temas relacionados aos trabalhadores e a questões raciais e étnicas. Apenas anos mais tarde o Afro Circo produziria o espetáculo “Circo Etéreo”.

Muito do desenvolvimento técnico e artístico dos alunos integrantes do Afro Circo se deve à experiência prévia com o Levantando a Lona e com o próprio Afro Circo.

Gênesis, um novo espetáculo

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Em 2016, o Afro Circo apresentou  “Gênesis: O Mix da Criação” por uma temporada no Teatro Municipal Carlos Gomes, para mais de 5 mil pessoas. 
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Sob direção geral de Johayne Hildefonso, o espetáculo conta a história da criação do mundo pelo olhar dos Iorubás, cuja mitologia influenciou o nascimento de várias religiões, entre elas, o Candomblé, no Brasil.
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Segundo a lenda, quando o Deus supremo Olorum criou o universo, ele jogou na terra cinco galinhas-d’angola e mandou que elas ciscassem, para separar os cinco continentes. Os Orixás, em festa, tomaram conta do planeta e criaram todas as coisas e os seres humanos. Assim narra a tradição e daí teve início a viagem que uniu a África ao Brasil.
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Em cena, os orixás e as yabás dão vida ao espetáculo, que vai do clássico ao contemporâneo e confere à arte circense o inconfundível gingado brasileiro utilizando símbolos e elementos cotidianos da nossa cultura.
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O condutor desta viagem em forma de espetáculo é ninguém menos que Benjamim de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil. E, é ele que nos guia entre luz, cores e movimentos para a explosão de cosmos do nascimento da vida.
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Desta forma, o espetáculo inova ao abrir mão de elementos clássicos do circo para dar lugar a mitologia africana e um personagem que quebra o padrão de palhaços tradicionais vestidos de cetim. O Benjamim de Oliveira do espetáculo atua como maestro de uma odisseia.

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Ficha técnica:

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Direção Geral: Johayne Hildefonso.

Direção Cênica: Alexandre Jaspion.

Direção Musical e Musicas Originais: Anderson Dada.

Cenografia: Ronald Teixeira.

Direção de Movimento: Betho Pacheco e Charles Nelson.

Figurino: Samuel Abrantes.

Desenho de luz: Djalma Amaral.

Visagismo: Ivete Dibo.

Assessoria de Imprensa: Binômio Comunicação.

Foto Arte e Divulgação : Guga Melgar.

Projection Design: Maurício Tavares e Jansen Raveira.

Videos: Inova Brend.

Produção e Administração : Mancuzo Entretenimento.

Coordenação de Produção: Filomena Mancuzo.

Produção Executiva: Geovane Barone e Marcela Rosario.

Realização: Grupo Cultural AfroReggae.

Assistente de Direção: Elon de Souza.

Assistente de Cenografia, Adereços e Cenotecnia: Guilherme Reis e Lucas Alessandro.

Assistente de Figurino: Rosa Ebbe.

Assistente do Visagismo: Ana Marques.

Alfaitate: Sr Benício.

Contramestra: Suely Gerhardt.

Costureiras do Figruino: Bene Costa, Iarlis Brito, Izadora Rocha e Zezé Gomes.

Contra-Regra: Nivaldo Vireira.

Camareiro: Paulo Rocha.

Maquinistas: Carlos Eduardo Indio e Valdeir dos Santos.

Operador de Luz: Vivison Alves.

Operador de vídeo: Jansen Raveira.

Operador de som: Paulo Mendes.

Técnico de som: Ivan Melo.

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Elenco:

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Adair da Silva.

Alex Schitine.

Carla Albuquerque.

Daniel Cunha.

Elon de Souza.

Jéssica Bebe.

Jucilene Regina.

Junior Paixão.

Márcio Foox.

Victor Timbel.

Wanderson Silva.

Will Junior.

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Músicos:

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Adilson Junior: Teclados e MPC.

Caê Melo: Baixo.

Clovis Alexandre: Bateria.

Joel Dias: Guitarra.

Percussão Geral: Anderson Dada, Juninho Manga, Luciano Santos e Wallace Rocha.

 

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