A mudança que queremos

  • Eduardo Borzino
  • 6 de fevereiro, 2015
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O Centro Cultural Waly Salomão foi o ponto de encontro para debater o dia a dia de Vigário Geral. Na última quarta-feira, 4 de fevereiro, moradores, representantes Centro de Referência da Assistência Social Anilva Dutra Mendes, da UFRJ e do Posto de Saúde de Família  do local e  Bruna Camargos, coordenadora de projetos do AfroReggae, se reuniram.

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Diálogo e ações para melhorar a vida dos moradores

A criação do Conselho Participativo tem como objetivo ouvir das próprias pessoas seus problemas. Por isso, de dois em dois meses, o AfroReggae realiza reuniões para atender as demandas locais.

No primeiro encontro do ano, os principais focos da conversa foram a saúde na região, educação e as chuvas. Ouvimos, por exemplo, o caso de dona Sônia, moradora de Vigário Geral há 63, ela relata que é bem atendida nos postos de saúde e seu quadro e histórico médico são bem monitorados. Porém, o tempo de espera para atendimentos individuais pode ser longo.

Outro ponto do diálogo foi a educação, para muitos moradores, o acesso à internet é reduzido. Muitos fornecedores não chegam até o local e qualidade do serviço também não agrada. Sem internet, não é possível se matricular nas escolas públicas, já que agora o cadastro é online. Ficou claro a necessidade de um ponto de acesso para todos, ou seja, um grande Wifi aberto.

O verão e as chuvas

Com a proximidade do rio e o período de chuvas, muito moradores estão preocupados. Principalmente, com a drenagem do valão. O desperdício de água e o descarte incorreto de lixo também abortados. A ideia é criar uma campanha de conscientização.

Depois de muitas palavras e opiniões, a reunião teve fim e durou cerca de uma hora e meia. O próximo encontro já tem data: será dia 16 de abril, às 9h30 e também acontecerá no Centro Cultural Waly Salomão. Após o termino do encontro, os presentes reafirmam o compromisso de articular esta rede de parcerias.

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