Juntos somos mais fortes

  • Eduardo Borzino
  • 10 de março, 2015
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Ninguém melhor do que as pessoas que vivem em uma comunidade, para entender quais os principais problemas que precisam ser enfrentados. E esta é a proposta do Conselho de Participação e Gestão Social, proposto pelo AfroReggae, para levantar as necessidades mais urgentes para, coletivamente, buscar estratégias de resolução e enfrentamento. A primeira reunião que relatamos foi feita em Vigário Geral e, agora, foi a vez do Cantagalo e Caju.

O diálogo faz a diferença

Na roda de conversa, que reuniu as favelas do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, uma das principais dificuldades descoberta foi a falta de diálogo entre as favelas e instituições já existentes, o que dificulta que todos tenham acesso aos serviços oferecidos. Durante os próximos meses, os moradores e organizações vão investir faixas, panfletos e páginas no facebook, para todos saibam das iniciativas existentes e possam se beneficiar delas.

Outro incômodo, muito frequente em todas as favelas do Rio, é falta de saneamento básico e problemas na coleta de lixo, causando o proliferamento de animais e doenças. A meta agora é que até a próxima reunião, dia 9/04, cada instituição crie métodos para resolver essas questões.

 

 

Iniciando as atividades no Complexo de Favelas do Caju

No Caju, a reunião do Conselho rolou dia 26/02 e contou com a participação da rede socioassistencial e diversas outras organizações, como a Fundação Gol de Letra, Associação de Moradores, Posto de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde, CIEP Heinfil e o Jornal de Bairro Folha do Caju. A união das forças debateu estratégias e iniciativas para descobrir as demandas locais e beneficiar os alunos do núcleo do  AfroReggae e a comunidade como um todo. As principais metas são o desenvolvimento do o Projeto Itinerante de Saúde Bocal, em conjunto com a UFRJ, e a maior articulação entre os projetos já existentes.

caju final

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