AfroReggae em Cabo Verde: dia de percussão e circo

  • Eduardo Borzino
  • 19 de maio, 2014
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Diário de Bordo – 16 de maio de 2014 – AfroReggae em Cabo Verde.

Por: Bruna Camargos Ana Cristina, Johayne Hildefonso, Dada, Clóvis, Marven, Elon, Chico, Preas.

 

Hoje as oficinas aconteceram em Tira Chapeu, ainda estamos trabalhando somente com os multiplicadores, acreditamos que temos que fortalecer este grupo para que o projeto tenha continuidade na nossa ausência.

 

 

A oficina de circo começou com aquecimento, logo depois começamos a trabalhar um pouco de canastilha com eles, exercício que demanda força de quem esta executando. A falta de alimentação dos multiplicadores tem dificultado de forma geral todos os exercícios que demandem força, embora falte condicionamento físico, a força de vontade supera esta dificuldade. Logo em seguida trabalhamos um pouco de acrobacia, com garra e vontade de aprender eles estão se saindo bem. A percussão segue aprendendo os novos ritmos e técnicas percussivas.

 

 

As aulas são divididas em dois turnos, manhã e tarde, nossa Iasse (veículo disponibilizado pela ONU para a transporte do grupo) começa cedo pegando os multiplicadores dos terrenos de Safende e Achada Grande Frente e levando para Tira Chapéu, são aproximadamente 25 jovens por turno e assim acontece pela manhã e tarde.

 

 

Na parte da tarde enquanto aconteciam as oficinas em Tira Chapéu, Ana, Bruna e Johayne estavam em reunião com a ONU para traçar estratégias para execução do projeto nesta terceira missão. Johayne já havia apontado a necessidade de trabalhar com os jovens a formalização de projetos, decidimos então preparar uma oficina onde daremos noções básicas de como escrever um projeto, o objetivo é tentar ao máximo profissionalizar este jovens nas formações que eles mesmos escolheram, em contrapartida a esta ação temos conversado muito com eles a respeito de se profissionalizarem em outras áreas, eles entendem isso, mas aqui outras áreas não existem. Os cursos de formação profissional são administrados pelo Instituto de Formação Profissional – IFP, estes cursos são caros, e os jovens não tem como pagar.

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