Favela das artes, favela da gente

  • Eduardo Borzino
  • 9 de fevereiro, 2015
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Dentro ou fora do Centro Cultural Waly Salomão, dava pra se ouvir o tururun tum tá das baquetas do Afro Lata. Na Praça Tropicalismo, a apresentação final das oficinas do projeto Favela & Arte, na última sexta-feira (06), encheu as arquibancadas de olhares curiosos. Passando por todos os grupos artísticos, Vigário Geral foi coberto por cores e movimento: das piruetas do Afro Circo à dança afro do Makala, passando pelo batuque do Afro Lata, as cordas da Orquestra AfroReggae e a harmonia do Afro Samba.

Na plateia, os olhos vidrados de crianças que, provavelmente, sonham em estar no palco, daqui a alguns anos. Dezenas delas. A cada salto dos integrantes da Trupe de Teatro AfroReggae, aplausos eufóricos entravam no ritmo da festa. E, ao final de cada apresentação, percebia-se a expectativa pelo próximo ritmo. Quando os últimos saltos foram dados, ficaram registradas a história de um índio, uma Párvati inspirada por Cássia Eller, a Gêneses do mundo contada com acrobacias, entre outras.

Dá uma olhada em alguns flashes desse dia: 

 


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