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	<title>AfroReggae &#187; Blogs Aliados</title>
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		<title>Chinaider participou do &#8220;Livro Livre&#8221; na Carceragem da Polinter em Nova Iguaçu</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 19:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Keller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Conexões do Bem]]></category>
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		<category><![CDATA[Papo de Responsa]]></category>
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		<description><![CDATA[Chinaider Pinheiro, supervisor do Empregabilidade e integrante do Papo de Responsa, participou do “Livro Livre”, que aconteceu na Carceragem da Polinter de Nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chinaider Pinheiro, supervisor do Empregabilidade e integrante do Papo de Responsa, participou do “Livro Livre”, que aconteceu na Carceragem da Polinter de Nova Iguaçu. O evento foi realizado pela  equipe da Secretaria de Cultura e Turismo da cidade (SEMCTUR) e contou ainda com a presença do rapper Dudu de Morro Agudo, coordenador da ONG Enraizados; do Professor Marcos Alvito, autor do livro “As cores de Acari”, que além de libertar um outro livro seu para a ação, doou 90 exemplares para a biblioteca e escolas de Nova Iguaçu. Foram libertados 96 livros, títulos como “Cooperifa, antropofagia periférica” (Sérgio Vaz); “Da favela para o mundo” (Jose Junior); “Favela toma conta” (Alessandro Buzo); “Guerra na Grécia Antiga” (Marcos Alvito); “Guia afetivo da periferia” (Marcus Vinícius Faustini); “História e memória de Vigário Geral” (Maria Paula Araújo e Ecio Salles); “Lembrancinha do Adeus” (Júlio Ludemir); entre muitos outros. A iniciativa contou com a valiosa parceria do Delegado Orlando Zaccone e do Inspetor Sidnei Rocha dos Santos (responsável pela Polinter), da Editora Aeroplano, que libertou 15 livros da coleção Tramas Urbanas para a ação, e do AfroReggae (Junior libertou 5 de seu “Da favela para o mundo”).</p>
<p>“Além da força da libertação de livros na carceragem, que foi emocionante e implicou em muitas reflexões para os presentes, a participação do Chinaider foi impactante. Sua fala foi aplaudida com vibração e, ao final, não foram poucos os que pediram o número de contato do AfroReggae” &#8211; conta o Secretário de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu, Ecio Salles.</p>
<p>Em dado momento do evento, os detentos agradeceram os livros recebidos levantando-os para o alto, como se fosse um troféu (vejam a foto!). O Delegado Zaccone, nesse momento, comentou com o Inspetor Sidnei:</p>
<p>&#8220;Até hoje eu só tinha visto isso acontecer com bíblia&#8221; &#8211; enfatiza.</p>
<p>“Essa frase é simbólica do movimento de libertação de livros, que é o eixo de ação do Livro Livre: Sustentamos que o livro liberta, como &#8220;pregou&#8221; Júlio Ludemir durante o evento, e que ele deve entrar em todos os lugares e ser acessado por todas as pessoas. A todos que participaram e/ou libertaram seus livros, o nosso agradecimento” – conclui Ecio.</p>
<p>Ecio Salles recomenda a leitura de outros pontos de vista sobre a mesma ação nas ferramentas abaixo:</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Por Jéssica de Oliveira: “Eu fui pra cadeia”:</span></strong></p>
<p><a href=" http://culturani.blogspot.com/search/label/Jéssica%20de%20Oliveira " target="_blank"><strong>Blog Cultura NI</strong></a></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>Por Dudu de Morro Agudo: “Livro Livre: Os livros que libertam”:</strong></span></p>
<p><a href=" http://www.enraizados.com.br/?p=651 " target="_blank"><strong>Portal Enraizados</strong></a></p>
<p>Confira as fotos do evento:</p>

<p><span style="color: #339966;"><strong>Nota:</strong></span> O Livro Livre é uma campanha da Secretaria de Cultura de Nova Iguaçu / Biblioteca Municipal Prof. Cial Brito, inspirada em uma iniciativa do  <a href="http://jornaldedebates.uol.com.br/" target="_blank"><strong>Jornal de Debates</strong></a>, cujos objetivos são: democratizar o acesso ao livro e investir em sua circulação na cidade; formar novos leitores; propor a leitura como prática comum na cidade; entender o livro como um objeto de desejo, uma dádiva que recebemos com o único compromisso de retribuí-la.</p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>** Fotos de Hosana Souza e Dudu de Morro Agudo</strong></span></p>
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		<title>Repórter de Crime traz entrevista com Silvia Ramos sobre curso com participação de Chinaider, do AfroReggae</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 22:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Keller</dc:creator>
				<category><![CDATA[AfroReggae na Mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[Empregabilidade 2]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Repórter de Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Saber]]></category>
		<category><![CDATA[Chinaider Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Curso "Violência e Polícia no Rio: o que está mudando"]]></category>
		<category><![CDATA[empregabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Antonio Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Ramos]]></category>

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		<description><![CDATA[  Jorge Antonio Barros, do Blog Repórter de Crime, do jornal “O Globo” publicou um post sobre o novo curso da Casa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13173" class="wp-caption alignleft" style="width: 325px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/08/silvia-ramos.jpg"><img class="size-full wp-image-13173  " title="Silvia Ramos. Foto: Ierê Ferreira" src="http://afroreggae.org/wp-content/uploads/2011/07/silvia-ramos1.jpg" alt="" width="315" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Silvia Ramos. Foto: Ierê Ferreira</p></div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Jorge Antonio Barros, do Blog Repórter de Crime, do jornal “O Globo” publicou um post sobre o novo curso da Casa do Saber: &#8220;Violência e Polícia no Rio, o que está mudando&#8221;, coordenado por Silvia Ramos, subsecretária estadual de Ações Sociais para a Segurança Pública na Secretaria de Ação Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro, parceira e amiga do AfroReggae. A iniciativa, que tem início no dia 10 de agosto, conta ainda com a participação de Chinaider Pinheiro, do projeto Empregabilidade do AfroReggae, da pesquisadora e jornalista Anabela Paiva e da capitã Priscila, chefe da UPP do Santa Marta. Na matéria, Jorge Antonio Barros publica a entrevista feita pela jornalista Patrícia Paladino, que divulga as atividades da Casa do Saber, com Silvia Ramos.</p>
<div id="attachment_13172" class="wp-caption alignright" style="width: 256px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/08/Foto__0753.jpg"><img class="size-full wp-image-13172 " title="Chinaider Pinheiro, do Empregabilidade do AfroReggae, que participa do Curso. Foto: Rogério Resende" src="http://afroreggae.org/wp-content/uploads/2011/07/Foto__07532.jpg" alt="" width="246" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Chinaider Pinheiro, do Empregabilidade do AfroReggae, que participa do Curso. Foto: Rogério Resende</p></div>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Confira a entrevista com Silvia Ramos, visitando o  <a href=" http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/reporterdecrime/posts/2010/07/30/a-casa-do-saber-abre-as-portas-para-debate-da-violencia-312281.asp  " target="_blank"><strong>Blog Repórter de Crime</strong></a></p>
<p> </p>
<p>Saiba mais sobre o curso sobre &#8220;Violência e Polícia no Rio: o que está mudando&#8221; no  <a href="http://www.casadosaber.com.br/index.php?rollback=/curso.php?cid=2058" target="_blank"><strong>Site da Casa do Saber</strong></a></p>
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		<title>Rene Silva faz Campanha para arrecadar fundos para o &#8220;Arraiá da Paz&#8221;</title>
		<link>http://www.afroreggae.org/por-aqui/conexoes-do-bem/11332</link>
		<comments>http://www.afroreggae.org/por-aqui/conexoes-do-bem/11332#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Keller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Conexões do Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Arraía da Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo do Alemão]]></category>
		<category><![CDATA[Renê Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudante Rene Silva não para. Depois de várias campanhas na comunidade do Morro do Adeus, no Conjunto de Favelas do Alemão, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_11334" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/06/rene-silva-santos.jpg"><img class="size-full wp-image-11334  " title="Rene Silva Santos. Foto: Arquivo pessoal" src="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/06/rene-silva-santos.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Rene Silva Santos. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p style="text-align: justify;">O estudante Rene Silva não para. Depois de várias campanhas na comunidade do Morro do Adeus, no Conjunto de Favelas do Alemão, agora ele quer fazer uma festa para comemorar o mês de São João e manter a tradição na comunidade, o &#8220;Arraiá da Paz&#8221;. Visite o <a href=" http://renesilvasantos.blogspot.com/2010_05_01_archive.html  " target="_blank"><strong>Blog de Rene Silva</strong></a> e saiba como ajudar. Siga Renê no <a href=" http://twitter.com/Rene_Silva_RJ " target="_blank"><strong>Twitter</strong></a></p>
<div id="attachment_11333" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/06/arraia_da_paz.jpg"><img class="size-full wp-image-11333" title="E-Flyer Arraiá da Paz, criado por Renê Silva" src="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/06/arraia_da_paz.jpg" alt="" width="320" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">E-Flyer Arraiá da Paz, criado por Renê Silva</p></div>
<p style="text-align: justify;">Se preferir, pegue abaixo os contatos de Rene:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel: </strong>(0xx21) – 3888.6660 e 2560.6953<br />
<strong>Email: </strong><a href="mailto:renesilva@vozdacomunidade.com">renesilva@vozdacomunidade.com</a></p>
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		<title>CCWS: Blogs, vídeos, artigos&#8230; Confira as homenagens de nossos parceiros!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 21:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Keller</dc:creator>
				<category><![CDATA[AfroReggae na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Vigário Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro Cultural Waly Salomão]]></category>
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		<description><![CDATA[Se é verdade que o AfroReggae não sai da mídia tradicional, também é fato que ele está nos veículos mais diretos, pessoais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10925" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/05/MG_4154.jpg"><img class="size-full wp-image-10925 " title="Makala Música &amp; Dança na inauguração do CCWS. Foto: Christian Rodrigues" src="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/05/MG_4154.jpg" alt="" width="350" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Makala Música &amp; Dança na inauguração do CCWS. Foto: Christian Rodrigues</p></div>
<p style="text-align: justify;">Se é verdade que o AfroReggae não sai da mídia tradicional, também é fato que ele está nos veículos mais diretos, pessoais e modernos de nossos tempos cibernéticos: Os blogs e outras ferramentas&#8230; Cada um com sua forma e possibilidades de comunicação, o que importa é informar e mais do que isso, expressar sua maneira de pensar e sentir. Conectar mentes e corações, ideologias e ações. Veja algumas manifestações que recebemos pela inauguração do Centro Cultural Waly Salomão. Os Blogs <strong><em>Prosa Pontes</em></strong>, do Pontes, <strong><em>Farme Rio</em></strong>, com texto de Carol Delgado e o <strong><em>Blog Suburbano Convicto</em></strong>, de Alessandro Buzo. Não deixe de ler também os textos de Marcelo Zacci, do Overmundo, <strong><em>Um Rio</em></strong> e do produtor musical André Cozta, <strong><em>Eu gosto é de barulho</em></strong>. Ah, e assista também o vídeo produzido pela Guru filmes sobre a <strong><em>Inauguração do Centro Cultural</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong> </strong></span><span style="color: #ff6600;"><strong>Blogs:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href=" http://prosapontes.blogspot.com/2010/05/centro-nervoso-de-revolucao-planetaria.html " target="_blank"><strong>Blog Prosa Pontes</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href=" http://www.blogfarmrio.com.br/#/2010/05/27/e-da-lhe-cultura/ " target="_blank"><strong>Blog Farme Rio</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href=" http://buzo10.blogspot.com/2010/05/balanco-geral-da-viagem-ao-rio-de.html " target="_blank"><strong>Blog Suburbano Convicto – Alessandro Buzo</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="color: #ff6600;"> </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="color: #ff6600;"> </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong><span style="color: #ff6600;">Textos:</span></strong></span></p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Eu gosto é de barulho</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;">Por André Cozta</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre fui muito musical, sempre associei tudo na minha vida à música. Lá em casa, durante a minha infância, o rádio estava sempre ligado em alguma AM que tocava os sucessos populares da época. Mas, era a música que minha mãe e minhas tias ouviam. Ainda não era o que eu gostava de ouvir. Ainda nesta época, ficava fascinado ao ver os desfiles das escolas de samba do Rio, por que adorava aquele som da bateria. Gostava da “porradaria”, daquele barulho todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 8 anos de idade, comecei a conquistar minha independência musical, ganhei um toca-discos de Natal e, logo em seguida, para meu regozijo, um LP ao vivo do Elvis Presley no Madison Square Garden. Adorava ver seus filmes na Sessão da Tarde, vê-lo cantar e dançar daquela forma diferente. Era meu primeiro contato com o rock, que viria mais tarde, mudar minha cabeça e minha vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Na adolescência, após ouvir  “Hurricane”, do Bob Dylan, pensei: “´Tá aí o som.” E fui atrás de mais sons, queria ouvir o tal de rock and roll. E, se a primeira música que ouvi foi Hurricane, que traduzida para o português é furacão, posso afirmar que foi como um furacão que o rock chegou em minha vida.</p>
<p style="text-align: justify;"> Descobri  Beatles, Stones, Black Sabbath, Van Halen, entre tantos outros, mas, não posso negar: pirei quando ouvi pela primeira vez um disco do Led Zeppelin.  Achei aquele som diferente de tudo, um rock visceral. As  roupas que usavam, os cabelos de Robert Plant e Jimmy Page, levavam-me a um fantasioso passado distante.  Pareciam magos da Europa Medieval.</p>
<p style="text-align: justify;">Até hoje, digo a quem pergunta, que gosto de muitas bandas, mas, este ranking não inclui Led Zeppelin:  “a maior orquestra de todos os tempos”.  Está acima de comparações.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez,  descobrindo o rock and roll, sentia-me atraído pelo barulho, pelo som visceral de guitarras e bateria pesada. Depois, descobri  o punk rock, apaixonei-me por Ramones, mas, também conheci  o rock progressivo, que vinha na contra-mão daquela guitarrada toda que eu gostava tanto. “ The Dark Side of the Moon”, do Pink Floyd, eu ouvia a portas fechadas e com a luz apagada. Àqueles que curtem viajar usando substâncias químicas, digo: não precisam de nada disso, ouçam este disco apenas e não estraguem vossas saúdes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006, trabalhando no evento em que a Banda AfroReggae tocou como banda de abertura do inesquecível show dos Rolling Stones na Praia de Copacabana, tive a oportunidade de apertar a mão e falar com Keith Richards (com certeza, um dos “inventores” da guitarra e do rock and roll), dizendo: “por causa de sua música, por causa de sua guitarra, tornei-me um produtor; muito obrigado por tudo.” E é a mais pura realidade, não tornei-me produtor somente por causa dele ou dos Stones, nem mesmo somente por causa do Led Zeppelin “a maior orquestra de todos os tempos”,  mas, por causa de um conjunto de bandas e músicos que me fizeram abrir as ideias, inclusive, para a percepção de mundo, de vida, de sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda esta mudança que, principalmente, as bandas inglesas fizeram em minha vida, culminaram no” rock brazuca”, ouvindo as bandas dos anos 80. Legião Urbana, principalmente, veio para arrematar esta revolução que já ocorria comigo</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, infelizmente, as bandas não surgem mais com o propósito de outrora. Mesmo de forma equivocada, em alguns casos, as bandas de rock dos anos 60, 70 e 80, carregavam em si um ideal. E é aí que eu quero chegar.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dali fui crescendo, tornando-me um ser pensante, militando no movimento estudantil lá em Porto Alegre. E quando tornei-me produtor de bandas, ficava questionando-me por que os músicos, as bandas lá na minha terra, não aproveitavam a força que possuíam (pois o rock gaúcho estava em crescimento, com muitas bandas fazendo sucesso e com suas músicas tocando em rádios locais) e aproveitavam para lutar, porque não trabalhavam para mudar, minimamente que fosse, a realidade dos mais necessitados.</p>
<p style="text-align: justify;">E  Deus, que escreve certo por linhas tortas, mas, às vezes por linhas bem retas, trouxe-me para o Rio de Janeiro, onde, uma semana após minha chegada, já estava trabalhando no AfroReggae.</p>
<p style="text-align: justify;">E no AfroReggae pude ver exatamente o que sempre gostei: porrada musical, pancadaria no tambor, na percussão, muito barulho. E o barulho em prol de um ideal, de uma sede de mudança, de revolução.  Um barulho que, com muita consistência, acabou atraindo a atenção de muita gente no Rio, no Brasil e no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro quando há 7 ou 8 anos trabalhei no show de despedida do antigo Centro Cultural de Vigário Geral. Lembro da luta que foi enquanto lá estive (fui produtor do AfroReggae entre 2001 e 2006) para que o Centro Cultural Wally Salomão saísse do papel e se tornasse uma realidade. Nâo apenas como mais um espaço para aulas e oficinas, mas, com a pompa e a força que o AfroReggae tem de, como se diz na gíria aqui no Rio “chegar chegando”.  E o AfroReggae sempre que “chega chegando” vem para impressionar e ficar. Finca a bandeira e não sai mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois isto aconteceu no último dia 26 de maio. Foi um prazer inenarrável ver aquela festa dentro de uma das favelas mais talhadas e marcadas pelo preconceito neste país, devido ao episódio de 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">O Centro Cultural Wally Salomão tornar-se-á, tenho certeza, uma referência cultural no Rio de Janeiro. E, para o turista desavisado que perguntar onde fica, não receberá como resposta Copacabana, Ipanema, Centro da Cidade, receberá como resposta: “Fica em Vigário Geral’.</p>
<p style="text-align: justify;">O AfroReggae é isto: visceral, porradaria, percussão marcante. Há dança, há teatro, há circo, mas, vou morrer tendo bem guardado em meus ouvidos o som visceral dessa percussão que toca, que sai da favela para o mundo, e revoluciona, atraindo gente dos quatro cantos do planeta, ao menos, com a curiosidade de olhar para o AfroReggae e descobrir que sinergia é esta. E isto me atrai, afinal, “eu gosto é de barulho&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">________________________________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Um Ri</strong><strong>o</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;">Por Marcelo Zacchi</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Rio é uma cidade partida. O Rio é uma cidade de cidades misturadas. O Rio é uma cidade única em que as duas afirmações podem paradoxalmente conviver com o mesmo grau de verdade. Ou, para falar com Caetano Veloso, tomando emprestada uma descrição que ele propõe para o Brasil, &#8220;com uma graça cujo segredo nem eu mesmo sei, entre a delícia e a desgraça, entre o monstruoso e o sublime&#8221;. </p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que tendo sido sempre assim, o Rio se acostumou, e a cidade foi tomando a forma dessas divisões. A crença difusa de que a delícia e o sublime da cidade poderiam sobrepor-se a tudo permitiu conviver por tempo demais com desigualdades e descuidos intoleráveis. A multiplicação de fronteiras, embalada pelo declínio econômico e pela expansão das armas, impôs-se minando a vocação para o encontro. &#8220;Favela&#8221; e &#8220;asfalto&#8221; converteram-se na imagem síntese de uma cidade que tinha &#8211; tem &#8211; tudo para ser muito mais plural e bela do que isso. </p>
<p style="text-align: justify;">Nesta quarta-feira o AfroReggae inaugura em Vigário Geral o Centro Cultural Waly Salomão. Batizado em homenagem ao poeta falecido em 2003 e que ao lado de Caetano e de Regina Casé esteve entre os padrinhos de primeira hora do grupo, o centro é fruto de quase uma década de construção, avançando um passo após o outro pelos meandros da captação de recursos e da mobilização de parceiros, desde o lançamento das fundações em 2002 (que precisaram ser profundas, por estarem, como todo o bairro, localizadas sobre uma área aterrada) até os quatro andares de hoje e a praça, também nova, que os circula. O resultado é um espaço de criação e produção artísticas que não deve nada a nenhum outro da cidade, em infraestrutura, equipamentos e excelência, e que passará a abrigar as atividades de música, teatro e dança do grupo e outras tantas &#8211; culturais e cidadãs &#8211; que certamente surgirão com os muitos encontros proporcionados pela nova casa. </p>
<p style="text-align: justify;">Mas se já é inspirador por sua qualidade e pelo cotidiano que abrigará, o CCWS estimula também pelo que guarda de história e sentidos. Foi este mesmo Vigário Geral, notabilizado pela chacina que o tempo não permite esquecer (e é bom que seja assim), que motivou Zuenir Ventura a cunhar a expressão &#8220;cidade partida&#8221;, em um 1994 tão distante quanto presente na persistência dos dilemas vividos pelo Rio. De lá pra cá, a história foi contada cada vez mais por novos movimentos surgidos nas áreas da cidade em que estes dilemas se vivem de forma mais presente. Com vigor e originalidade admiráveis, grupos como o próprio AfroReggae, a CUFA, o Observatório de Favelas, o Nós do Morro &#8211; para exemplificar aqui com apenas os mais conhecidos, reunidos desde 2007 na aliança &#8220;Favela a Quatro&#8221; &#8211; surgiram e espalharam-se cidade afora, lançando pontes, abrindo canais de transformação e assumindo a responsabilidade de renovar forças e apontar caminhos diante da violência e da exclusão enraizadas. </p>
<p style="text-align: justify;">Pouco a pouco, assumiram também o protagonismo em uma esfera pública que sempre lhes negou voz, mais ainda em primeira pessoa. Não é casual que o novo centro chegue quase ao mesmo tempo que a nova versão do &#8220;Cinco Vezes Favela&#8221;, marco do cinema brasileiro na década de 60, que ganhará em agosto uma atualização, dirigida agora por jovens cineastas residentes em favelas. E não é exagero propor que nesses movimentos estão concentradas hoje a substância e a energia vitais para a reversão das divisões apontadas no início do texto. Recuperar a vocação do encontro para desfazer fronteiras. Vislumbrar um horizonte &#8211; e uma agenda pública &#8211; de integração, mais ainda do que de mistura. </p>
<p style="text-align: justify;">Construído &#8211; ou conquistado &#8211; ao longo dos anos juntamente com essa história, o novo centro surge assim como um verdadeiro marco urbano de seu significado. Porque símbolos importam, e este é um símbolo que importa muito, um contraponto oportuno à Cidade da Música na demonstração do que a vitalidade criativa e associativa do Rio é capaz de produzir. É belo e estimulante que seja Vigário a recebê-lo, porque não poderia ser mais marcante a evidência da capacidade de recuperação da cidade mesmo diante dos seus reveses mais profundos. </p>
<p style="text-align: justify;">Por isso é que os integrantes do AfroReggae gostam de dizer que este Centro Waly Salomão não é um centro cultural de Vigário Geral, mas um centro cultural da cidade do Rio de Janeiro, em Vigário Geral. Um espaço concebido e projetado para isso, pronto para receber os moradores de toda a cidade. E para assim projetar adiante o sentido de ambição coletiva que permitiu concretizá-lo: como todo bom espaço urbano e público pleno de significado, irradiando de sua história e de seu dia-a-dia a visão e os enlaces necessários para os passos adiante por cumprir em convívio e igualdade.  </p>
<p style="text-align: justify;">É dessa visão e das possibilidades de realizá-la que eles nos falam quando entregam o novo centro para o Rio. Como se dissessem, pela via da expressão cultural que ele abrigará: a gente quer comida, diversão, arte, direitos e oportunidades &#8211; cidade inteira, e não pela metade. Ou, em uma conversão de palavras/sentidos que Waly haveria de aprovar, cidade afinal repartida, compartilhada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Vídeo:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/d5dFq1ZoemE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/d5dFq1ZoemE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Conheça o Blog e outras plataformas do Programa Onda Cidadã</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 21:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Keller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Antídoto - Mostra Internacional de Ações Culturais em Zonas de Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Onda Cidadã]]></category>

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		<description><![CDATA[Como você já sabe, até dia 30 de maio rola a quinta edição da Mostra Antídoto, em São Paulo. E hoje queremos dar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10614" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/05/por-francisco-valdean.jpg"><img class="size-full wp-image-10614 " title="Jose Junior sendo entrevistado por Niker. Foto: Francisco Valdean" src="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/05/por-francisco-valdean.jpg" alt="" width="350" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Jose Junior sendo entrevistado por Niker. Foto: Francisco Valdean</p></div>
<p style="text-align: justify;">Como você já sabe, até dia 30 de maio rola a quinta edição da Mostra Antídoto, em São Paulo. E hoje queremos dar uma dica bem bacana de um Blog, que é parte de uma ação do programa <strong><em>Onda Cidadã</em></strong>, do Itaú Cultural, que se dedica à atuação junto a experiências de mídia autônoma no Brasil e realiza um mapeamento dessas mídias no país (Já são 212 instituições mapeadas). Há dois anos o Onda  cobre o Antídoto, à convite de Edson Natale, coordenador do Núcleo de Música do Itaú Cultural. O Onda é coordenado por Claudiney Ferreira e tem como consultores Ecio Salles e Fábio Malini. Visite o <a href=" http://ondacidada2010.wordpress.com/ " target="_blank"><strong>Blog Onda Cidadã</strong></a> . Confira outras plataformas do programa (Twitter, WebTV, WebRádio, etc):<br />
<a href=" http://ondacidada.org.br/ " target="_blank"><strong>Onda Cidadã</strong></a> </p>
<p style="text-align: justify;">Entrevista com Jose Junior na WebTV: </p>
<p><object id="utv678057" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="386" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="utv_n_641740" /><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7050213&amp;locale=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/video/7050213" /><embed id="utv678057" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="386" src="http://www.ustream.tv/flash/video/7050213" flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7050213&amp;locale=en_US" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" name="utv_n_641740"></embed></object> </p>
<p>Entevista com Yvone Mendonça (Gaúcha) na WebTV: <br />
<object id="utv610688" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="386" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="utv_n_741380" /><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7101677&amp;locale=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/video/7101677" /><embed id="utv610688" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="386" src="http://www.ustream.tv/flash/video/7101677" flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=7101677&amp;locale=en_US" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" name="utv_n_741380"></embed></object> </p>
<div><strong></strong></div>
<div><strong></strong></div>
<p><strong></p>
<div id="attachment_10613" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/05/Malini-e-Salles.jpg"><img class="size-full wp-image-10613 " title="Fábio Malini e Écio Salles - Foto: Ratão Diniz" src="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/05/Malini-e-Salles.jpg" alt="" width="350" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Malini e Écio Salles - Foto: Ratão Diniz</p></div>
<p></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>Ecio Salles:</strong></span> escritor, Secretário-Adjunto de Cultura em Nova Iguaçu, pesquisador do PACC-UFRJ com doutorado em Comunicação e Cultura pela ECO-UFRJ e cria do subúrbio carioca. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #339966;">Fábio Malini:</span> </strong> Blogueiro, professor de jornalismo na Ufes e ativista do Fórum de Mídia Livre.</p>
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		<title>Conheça &#8220;Nova Arqueologia Urbana&#8221;, Blog de Mariel Reis</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris Keller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Mariel Reis]]></category>

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		<description><![CDATA[Mariel Reis abre a nova categoria do nosso, do seu site&#8230; “Blogs aliados” trará sempre dicas de escritores que têm muito a dizer. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8600" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/03/mariel.jpg"><img class="size-full wp-image-8600 " title="Mariel Reis. Foto: Arquivo Pessoal" src="http://www.afroreggae.org/wp-content/uploads/2010/03/mariel.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Mariel Reis. Foto: Arquivo Pessoal</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mariel Reis abre a nova categoria do nosso, do seu site&#8230; “Blogs aliados” trará sempre dicas de escritores que têm muito a dizer. O carioca Mariel é um apaixonado pelo Rio e publicou diversos livros sobre a cidade, sempre preocupado em retratar as zonas norte e oeste, que muitas vezes ficam de fora de outras publicações. Algumas obras do autor: “Prosas Cariocas: Uma nova cartografia do Rio”, Editora Casa da Palavra (2004) e o último, “John Fante trabalha no Esquimó”, Editora Caliban (2009), entre outros. Confira o <a href="http://www.novaarqueologiaurbana.blogspot.com">Nova Arqueologia Urbana</a></p>
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