Selo AR

  • AfroReggae
  • 16 de junho, 2014
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Um produto por vez para um mundo melhor

O Selo AR nasceu a partir de uma conversa entre José Junior e Rony Meisler. A iniciativa funciona como um licenciamento, uma etiqueta, mas com objetivos muito mais profundos: ela identifica empresas comprometidas com a transformação social. Cada item do Selo AR vendido representa um novo passo dado em direção à mudança que queremos.

O AfroReggae conta com quatro núcleos de cultura em favelas cariocas, e o Selo AR é o primeiro passo no caminho da sustentabilidade financeira de nossas atividades. Ele conecta as empresas parceiras, a responsabilidade social do AfroReggae e o consumidor em uma rede de financiamento desses projetos que atendem centenas de jovens por mês, transformando a vida dessas pessoas e melhorando o mundo.

 

De onde veio a inspiração

A ideia é inspirada no selo RED, lançado pelo cantor e ativista Bono Vox. O RED serve para engajar o setor privado na causa da Aids na África, e é modelo de excelência para programas do gênero. Assim como o RED, o Selo AR provoca empresas a participarem de uma causa. Elas são convocadas a ajudar no combate à estigmatização do jovem de periferia e a apoiar sua reinserção social. O AR é uma importante ferramenta que ajuda a multiplicar as oportunidades profissionais e culturais de jovens e de egress­os do sistema prisional.

 

Licença para fazer o bem

O selo foi lançado no desfile da Reserva, na 34ª edição do São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda da América Latina. Desde então, a grife vende em suas lojas seis modelos de camisas feitas em edição especial para o selo, contando com J.R.Duran, um dos mais conceituados fotógrafos brasileiros, para fazer o ensaio.

“O tema da reinserção social é praticamente um tabu na nossa sociedade. Eu mesmo, antes de conhecer melhor o projeto do AfroReggae, não abria meus olhos para a importância em oferecer uma alternativa à criminalidade, a pessoas que não tiveram muita chance na vida. Começamos então a pensar como levar o tema ao nosso público de forma positiva e não impositiva. Juntamos a isso uma vontade antiga do Junior, de licenciamento, e criamos o selo para ser atrelado a diferentes produtos e serviços. Em vez de empurrar a responsabilidade goela abaixo, estamos propondo uma transformação de ponto de vista”, explica Rony Meisler, o presidente do Grupo Reserva, e primeiro parceiro da iniciativa.

Logo a ideia conquistou novas empresas, que também acreditam no nosso lema de semear cultura, plantar ideias e colher transformações. Como a Natura, C&A, Evoke, a Cicero Papelaria e a Chico Rei.

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