Colocando vidas no mapa

  • Eduardo Borzino
  • 5 de maio, 2015
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O Tá no Mapa está usando tecnologia para aproximar pessoas. Desde 2013, o projeto está mapeando favelas cariocas. De lá para cá, Rocinha, Vidigal, Vigário Geral, Parada de Lucas e Complexo do Caju saíram da invisibilidade digital.

Agora estamos nos preparando para colocar mais ruas e pontos de referências e vamos fazer isso na Babilônia, Cantagalo e Chapéu Mangueira. Para dar inicio a esta nova etapa, selecionamos 15 pessoas, todos moradores destas áreas. Nesta segunda-feira (4), eles receberam um treinamento na sede do AfroReggae, na Lapa. Em pauta, o passo do mapeamento, a importância da ação e a visibilidade que o projeto vai dar para estas favelas. No dia seguinte, os agentes já começam o treinamento prático e percorrendo as comunidades.

Como funciona o mapeamento

O processo é simples e colaborativo, a equipe do projeto percorre ruas e vielas e documenta tudo com celulares através da ferramenta Google Map Maker. Assim, toda informação é enviada em tempo real. Depois disso, o material é avaliado pelo Google, os dados são checados e tudo entra, literalmente, no mapa ao ser incluído no Google Maps.

Projeto colaborativo

O Tá no Mapa é uma parceria entre o AfroReggae, a J. Walter Thompson e o Google.

gf

Um resposta para “Colocando vidas no mapa”

  1. Maria José Alexandre do Nascimento disse:

    Achei muito interessante o trabalho desse grupo, moro em Santa Rita, na Paraíba, como existem muitos bairros com alto risco de vulnerabilidade social, vivo pesquisando projetos interessantes para começar a dar minha pequena contribuição no meu município.

Deixe um comentário para Maria José Alexandre do Nascimento